Causos e Casos Julho 2018

Não é novidade que eu gosto de um teatrinho, afinal nós garotas também nos sentimos em uma rotina e às vezes precisamos de algo diferente pra revigorar. Este será o conteúdo do atendimento que irei relatar hoje.

Este amigo chegou, eu pedi que ele tirasse a roupa (como sempre faço, para não acontecer de sujar de alguma maquiagem, etc), mas ele me disse que preferia não tirar ainda. Expliquei o motivo e ele me disse que não havia problemas. Começamos a nos beijar em pé (gosto de começar o programa assim, com beijos, sarradinha no pau), e ele foi me encostando na parede. Quando eu já estava encostada ele começou a sussurrar no meu ouvido se eu iria dar pra ele, se eu tinha coragem de chupar o pau dele… eu não sei se era a intenção dele começar um teatrinho mas eu comecei a brincar “estou com medo de alguém ver “…, ele suspirava, esfregava o pinto ainda dentro da calça, e dizia “se você não der pra mim eu vou contar pro seu pai que você estava com um garoto na rua”, e eu falava “não, por favor, meu pai vai me matar, eu faço o que você quiser”, e ele ia esfregando, se esfregando , me esfregando… Tirou o pau pra fora como se realmente estivéssemos na rua, e eu ajoelhei e comecei a chupar… De repente eu me levantei assustada e disse “me esconde, está vindo alguém”, e ele me escondeu (como os namoradinhos fazem mesmo, ou faziam, não sei como é namorar na rua mais, rs).

E ele me virou de costas, começou a me masturbar, e eu de cara pra parede, ele acariciando meus seios. De repente ele pediu o preservativo e já me penetrou ali, em pé, de cara pra parede, os dois semi nus, meus seios roçando a parede fria do quarto, a penetração sem jeito por causa das roupas no meio do joelho. Assim que ele colocou seu pau duro e grosso dentro de mim eu comecei a pedir pra parar, “não quero fazer mais, estou com medo, alguém vai ver”, e ele me acalmava “estou te tampando, ninguém vai saber… deixa só mais um pouquinho”….  No meio daquilo nos deitamos no chão ao lado da cama, e eu sussurrava baixinho “meu pai está na sala, não pode ouvir” e gemia baixinho, fazendo beicinho, e sentava nele, os joelhos doendo por causa do chão duro mas estava tudo muito gostoso, eu estava realmente muito molhada. Foi uma transa lenta e ao mesmo tempo  violenta, suspirávamos como se realmente fosse a primeira vez. Ele me perguntou se eu queria tomar seu leitinho, e  ajoelhei novamente para ele encher minha boca de porra quentinha.

O que eu mais gosto neste atendimento é que eu sinto de verdade como se estivesse em uma situação perigosa, em que o proibido é muito, muito gostoso.

Beijos meus amigos e até o próximo mês.